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BLOG POÉTICO DA SEMANA - DOIS ESCRITOS QUE EMOCIONAM...

Estamos aqui para mais um encontro "sextaferiano" meus queridos Trovadores Líricos, Construtores de Palavras, Seguidores e Visitantes do Ostra da Poesia. Como sempre fiz meu passeio por blogs e blogs (isso durante a madrugada, pois meu tempo ai ai está tão curtinho) e tantos escritos me embriagaram até que selecionei 2 pérolas que me emocionaram, as quais tirei da concha e ficarão durante uma semana enfeitando meu Ostra, pois são escritos belos e profundos, apreciem:
E OS ARCANJOS TROMBETAM ANUNCIANDO
AS DUAS PÉROLAS DA SEMANA
(para conhecer os blogs das poetisas da semana basta clicar nos selos)
E vamos nos deliciar primeiramente com um belo escrito da nossa querida CARLA FERNANDA, quem se descreve assim: Eu sou Carla Fernanda, Sou o que me vê quando me olhas, antes de pensares no que viu. Sou as palavras que te escrevo, antes de ser a voz que te fala. Sou o muito que sinto no pouco que vivo. Sou muito mais consciência que esquemas, conceitos e teorias. Sou a que ama a mais, por isso, amo demais! Sou mesmo em essência, o que deixo no seu coração: metade amante da arte, e noutra, lembrança que parte.  
ALÉM DO SER
Poeta?
Nem sei se sou
Talvez seja um passo a mais
No espírito que na matéria
Substância do mágico
Vivacidade de cores
No fluido etéreo

Expondo-me ao mundo
Como carbono sutil
De impressão
E expressão
De ecos e versos
Que residem mais além
Da aparência de ser
Canal surreal

Entre o mundo que errante
Acolhe o eu navegante
Estudante
Passageiro
Visitante
(CARLA FERNANDA)
E uma menina que ovaciona o amor em seus escritos vai encantar este singelo espaço, uma luz chamada FÁTIMA DUARTE, amante do amor e construtora de palavras da vida tem como frase de perfil: ...O amor e eu sempre andamos de mãos dadas, por atalhos por estradas procurando por você...
DERIVA
Não consigo me recompor.
Não tenho para onde ir.
Um grito de socorro me aperta a garganta. 
Não sei se quero viver, mas sou covarde para morrer. 
Fragmentos, pedaços, partículas, estilhaços...
eis o que restou de mim. 
Quem sou eu? Para onde vou? 
Fazer o quê? 
...um navio sem leme e sem âncora.
(FÁTIMA DUARTE)

BLOG POÉTICO DA SEMANA - DOIS LINDOS ACHADOS...

Mais uma vez estamos aqui Trovadores Líricos, Construtores de Palavras, Seguidores e Visitantes  e novamente   o Ostra vai tirar da sua concha duas perolas. Mesmo com o pouco tempo que tenho quando vou a visitar os amigo não me atenho a apenas olhar sua postagem do dia, mas mergulho nela e, assim vou descobrindo pérolas que fazem meu coração bater mais forte ...

E OS ARCANJOS DA POESIA TROMBETAM 
E ANUNCIAM DOIS ESCRITOS QUE FIZERAM MEU CORAÇÃO BALANÇAR


O 1º escrito que me emocionou foi rabiscado pelo querido Poeta MÁRIO NEVES, quem agradece a Deus dizendo: Pelo dom que ELE me dá A sensibilidade, olhos d‘alma,Para colher na vida, no cotidiano,momentos alegres e até tristes,Mas sobretudo, momentos de amor. Agradeço a fé e ao amor...Por serem a razão, Principal e definitiva...No palco de minha existência. Agradeço a meu coração...Por ele ter feito de mim, Este obstinado e emotivo Construtor de palavras.(APÓS LER A POESIA E QUISER CONHECER O BLOG DA POETISA É SÓ CLICAR NO SELO ABAIXO)
MEU AMOR POETA

Nada além de duas rosas...
Uma tela...Uma canção... 
Mas feche os olhos e imagine
quão grande é o amor
que me inspiras... 
Feche os olhos...imagine... 
E numa tela de tão poucas
letras e palavras lerás: 
 "O mais belo poema de amor
que já foi escrito". 
O poema do meu amor!
Do meu amor poeta!
(MÁRIO NEVES)
E uma menina suave me encantou a nossa Querida SIMONE MARTINS, que se descreve assim: Sou uma pessoa que gosta de aprender e depois poder passar esses conhecimentos para outros...Adoro escrever e aprender com as leituras de outros textos...enfim, adoro qualquer tipo de texto.

POETA SOLITÁRIO
Como não escrever o que sinto.
Olhar para a minha pena e reprendê-la?
Fechar o caderno com as paginas em branco.
Tentar não sentir o que diz meu coração.
Fechar-me numa grande concha sem som.
Calar-me diante do amor que sinto por ti?
Fechar-me para qualquer outra paixão.
Como não tentar encolher-me na solidão,
Quando vivo um amor cheio de ilusão.
Me diga o que devo fazer nesse momento.
Pois, eu mesma, não consigo me entender!
(SIMONE MARTINS)