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COMO NASCEU O OSTRA DA POESIA

É por alma de gente anónima
Que escorre a poesia que é dita
Que é toda livre... e anima
E enche... e não se evita.

É por alma boémia de um escritor
Que rezam todos os homens e sinos
Quando se rimam dizeres de amor
Nas bocas de ímpios e libertinos.

Digo eu, que a poesia vem da vida,
Que é flor de terra rica
E que nunca morre sem ser lida.

Digo eu, que a poesia é súplica
Que invoca de vontade nascida
A alma e o corpo a que se dedica.


O escrito acima é uma poesia de uma navegante nauta que se chama Valdevinoxis, encontrei por acaso, mas quando li esta poesia me surgiu a ideia de criar o Ostra da Poesia e o concurso/brincadeira Pena de Ouro, afinal, quantas rimas poéticas e encantadoras nos deparamos dia a dia nesta nossa labuta das ondas... Assim, nasceu este cantinho, mas ele será somente por você, saia de sua ostra e mostre a perola que tem dentro de si. (Lindalva)

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